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Este blog tem por objetivo prestar auxílio aos interessados em conhecer um pouco a respeito dessa área de estudo tão fascinante que é a Psicopedagogia, compreender como se dá a aprendizagem, bem como, as dificuldades encontradas durante esse processo. Além de sugestões e atividades para a intervenção Psicopedagógica e no Atendimento Educacional Especializado (sala de Recursos Multifuncionais).


20 de jun de 2010

Um pouco mais sobre a psicopedagogia

A Psicopedagogia surgiu no Brasil devido ao grande número de reprovações e evasão escolar. É comum pensarmos que sua origem está relacionada somente a junção da Pedagogia com a Psicologia, o que é um engano, pois também integra conhecimentos e princípios de diferentes Ciências Humanas.
A formação do psicopedagogo vem ocorrendo desde a década de 70;
os cursos de Psicopedagogia formam profissionais aptos a trabalhar na área clínica e institucional (escolar, hospitalar ou empresarial) atuando de forma preventiva ou terapêutica.

Na linha preventiva, o psicopedagogo pode desempenhar a prática docente, envolvendo a preparação de profissionais da educação, ou atuar dentro da própria escola. Cabe ao psicopedagogo detectar possíveis perturbações no processo de aprendizagem; participar da dinâmica das relações da comunidade educativa com a finalidade de favorecer o processo de integração e troca; promover orientações metodológicas de acordo com as características dos indivíduos e grupos; realizar processo de orientação educacional, vocacional e ocupacional, tanto na forma individual quanto em grupo.

Na linha terapêutica, o psicopedagogo trata das dificuldades de aprendizagem, diagnosticando, desenvolvendo técnicas remediativas, orientando pais e professores. Este atendimento é totalmente voltado para a aprendizagem, sendo que se houver comprometimento emocional, este deverá ser tratado na clínica Psicológica, podendo ou não ser feito concomitantemente com o tratamento Psicopedagógico, de acordo com cada caso.

O atendimento Psicopedagógico está voltado para a reestruturação e reorganização das aptidões e habilidades cognitivas, e para o enriquecimento de sentimentos de competência e motivação, educando e mediatizando funções cognitivas imaturas, pobres ou pouco estimuladas.
Esta intervenção não se trata de um reforço escolar, onde os alunos farão atividades para aprender a ler, escrever ou resolver operações matemáticas; pois os instrumentos utilizados têm como objetivo o desenvolvimento do indivíduo como um todo, em suas habilidades perceptivas, motoras e afetivas (relacionada à linguagem e pensamento).


Referência:Cognição, Neuropsicologia e aprendizagem.
Autor: Vitor da Fonseca

Um comentário:

  1. Nossa suas postagens são muito legais...
    sou sua nova maiga e seguidora. Estudo pedagogia tenho 28 anos e tenho um blog sobre arte educação
    Passa lá pra você conhecer.
    www.patatitralala.blogspot.com
    abraços
    Danubia Rocha

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