Boas vindas

Sejam bem vindos!

Este blog tem por objetivo prestar auxílio aos interessados em conhecer um pouco a respeito dessa área de estudo tão fascinante que é a Psicopedagogia, compreender como se dá a aprendizagem, bem como, as dificuldades encontradas durante esse processo. Além de sugestões e atividades para a intervenção Psicopedagógica e no Atendimento Educacional Especializado (sala de Recursos Multifuncionais).


12 de abr de 2015

São momentos como esse que temos a certeza de que estamos no caminho certo, pois desistir não é opção.

 "Dia 07/04 foi realizado o Seminário sobre o "Primeiro Encontro de Autismo" na Câmara Municipal de Taboão da Serra. Idealizado pelo Dr. Ronaldo Onishi, contou com a participação de vários especialistas das áreas da Educação e Saúde, onde foi possível ter acesso e troca de  novas  informações e conhecimentos.

Agradeço ao  Vereador Ronaldo Onishi pelo carinho e homenagem, pois essa flor é um símbolo de respeito aos professores de Educação Especial, os quais represento. É a valorização e reconhecimento de nosso trabalho.



18 de fev de 2015

ARTE E VIVÊNCIA NO CONTEXTO DO AEE (Atendimento Educacional Especializado)

O projeto abaixo é de minha autoria e faz parte de meu trabalho diário. Foram três anos de dedicação, com erros e acertos durante o processo. Acredito que a Arte é o diferencial no trabalho com crianças com NEE, desde que haja planejamento e objetivos claros e bem definidos.
Estou divulgando, pois acredito em sua funcionalidade. 



Professora Especializada

Cristiane Carminati Maricato



Justificativa

Em 2012 ingressei na rede de ensino Municipal de Taboão da Serra, como professora de Educação Especial, no Atendimento Educacional Especializado. Iniciei meu trabalho na EMEF Vinicius de Moraes, localizada no bairro São Judas, e lá permaneci por três anos.
O público alvo atendido na escola é de alunos com deficiência intelectual (alguns com laudo e outros em investigação médica), apresentado comprometimento em várias áreas, como: dificuldade na aquisição de leitura e escrita, dificuldade voltada para cálculos matemáticos, para compreender comandas, para narrar fatos seguindo sequência de ideias, pobreza de repertório e vocabulário, além de dificuldades nas habilidades motoras e também voltadas para a realização de tarefas da vida diária e autonomia.
Muitos alunos se isolavam durante as aulas e recreio, tinham vergonha de conversar, dar ideias e opinião; outros não entendiam o que o (a) professor(a) solicitava, mas não esclareciam as dúvidas por insegurança.
Por esse motivo, eu procurava elaborar atividades que desenvolvessem as habilidades prejudicadas e valorizassem suas potencialidades, de forma a auxiliar o desenvolvimento dos alunos. No entanto, os mesmos não demonstravam entusiasmo por alguns jogos ou em ouvir histórias e discuti-las. Foi aí que pensei em fazer algo que chamasse a atenção da turma, como contar histórias onde todos usavam fantasias e acessórios; e deu certo, pois os alunos queriam recontar as histórias, ou contar uma história diferente, fazendo o papel dos personagens, e assim começamos a trabalhar com pequenas peças de teatro, que auxiliaram na melhora da comunicação, expressão de sentimentos e na espontaneidade.
A partir daí, pensei em trabalhar também com expressão criativa, focando um pouco em Artes Visuais, e para minha surpresa sempre que falava que era dia de pintura os alunos ficavam muito entusiasmados.
O ano de 2012 passou e iniciei 2013 com algumas atividades voltadas para Artes Visuais, sem deixar de lado as leituras com peças teatrais.
Organizei o trabalho a partir do conhecimento das cores primárias, secundárias e terciárias, partindo da pintura a dedo para outras técnicas; também elaborei trabalhos com a utilização das formas geométricas, recorte e colagem, onde finalizamos o trabalho com um lindo mural.
Aos poucos observei que os alunos atendidos começaram a apresentar progresso na coordenação motora fina, nas capacidades de atenção e observação, e fiquei muito feliz, mas ainda precisavam fazer algo para o desenvolvimento da coordenação motora grossa, equilíbrio, postura, dentre outros. Então, surgiu a ideia de fazer atividades voltadas para conhecimento do próprio corpo, com atividades de movimento, utilizando corda, bambolês, brincadeiras como amarelinha, coelho sai da toca, corre cotia, etc, e por fim atividades com circuito.
Tinha dia em que os alunos demonstravam muita agitação e essas brincadeiras só acabavam por agitá-los mais e por isso, para acalmá-los, acrescentei o momento do relaxamento, trabalhando com música clássica e alguns exercícios corporais.
Essas atividades foram feitas ao longo do ano, sendo inseridas em projetos variados. Mas ao observar o resultado positivo, neste ano de 2014, pensei em elaborar um projeto único com foco na Arte, de forma a desenvolver as habilidades prejudicadas na deficiência intelectual; pensando na Arte em todas as vertentes, com objetivos claros e bem definidos, mas inserindo-a também em temas relacionados ao cotidiano do aluno.
O projeto foi apresentado para o trio gestor e com o apoio do mesmo pude dar continuidade, porém de forma mais estruturada.
Como alguns dos alunos que atendo participam do “Projeto Mais Educação” onde frequentam oficinas variadas, como dança, Karate, Capoeira, Leitura e Pintura, pensei em estender a parceria e fiz a proposta para a Coordenadora do projeto que aceitou e se prontificou a nos auxiliar no que fosse preciso. Inclusive nos convidando para excursões onde o tema estivesse ligado ao projeto (museu para conhecer obras de Artes, Teatro, Parques, dentre outros).

Objetivo

É comum ouvirmos falar em Arte como o momento de descontração para os alunos, cujo objetivo principal é dar espaço á criatividade e incentivar à expressão artística.
Essa ideia não é de toda errada; no entanto, no contexto do AEE, pensando nos alunos com deficiência intelectual, essa área de conhecimento assume fundamental importância.
Pensar em Arte apenas como fazer desenhos, pinturas e elaborar painéis é subestimar sua funcionalidade.
O ensino da Arte torna-se importante para o desenvolvimento, cognitivo, motor e social dos alunos, pois o conhecimento em arte amplia a possibilidade de compreensão do mundo e colabora para um melhor entendimento dos conteúdos relacionados a outras áreas do conhecimento, tais como matemática, língua, história e geografia.
  •     Artes visuais (com maior amplitude que artes plásticas, englobando artes gráficas, vídeo, cinema, fotografia e as novas tecnologias, como arte em computador, programa Paint e software educativo de pintura): proporciona conhecimento das cores, primárias, secundárias e terciárias, com técnicas variadas; o desenvolvimento da percepção e memória visual, auxiliando no conhecimento de seu processo histórico, podendo ser relacionado ao conhecimento técnico do aluno. 
  •    Música: grande auxílio voltado para consciência fonológica, no conhecimento das rimas, aliterações, sons iniciais e finais das palavras ou frases; ampliação de repertório e melhora no vocabulário, bem como, desenvolvimento da memória e percepção auditiva.
  •   Dramaturgia/Teatro: além do desenvolvimento das capacidades de interação e socialização, a partir de jogos dramáticos os alunos deverão ser capazes de expressar suas ideias e decisões com maior confiança; explorar os recursos vocais (respiração, entoação, articulação); melhorar a expressão oral;  exprimir emoções, simular acontecimentos, representar personagens, trabalhando também com valores, representação de papéis e ampliação de repertório. 
  •   Dança/expressão corporal: trabalha com questões voltadas para desinibição e espontaneidade, conhecimento do próprio corpo (esquema e imagem corporal) desenvolvendo ou aprimorando a coordenação motora, agilidade, ritmo, equilíbrio estático e dinâmico, lateralidade e orientação espacial.


Metodologia

Como dito anteriormente, o projeto se deu a partir de uma experiência iniciada em 2012 e após alguns testes e atividades desenvolvidas, foi possível concluir a importância do trabalho com Artes no Atendimento Educacional Especializado, para os alunos com Deficiência Intelectual.
Dessa forma, nesse ano de 2014 o projeto foi organizado da seguinte forma:

Distribuição dos grupos de atendimento: 6 grupos de atendimento, com dois a três componentes por grupo.
Tempo de atendimento: duas horas por atendimento, sendo dois atendimentos por semana (total de quatro horas semanais).
Período: o projeto será desenvolvimento durante o ano, com temas variados nesse período.

OBS: Cada atividade citada representa um atendimento, sendo feito por etapas.


Primeiro semestre

  • Iniciamos as atividades do ano com o trabalho intitulado “ O lugar onde vivemos”, onde os alunos fizeram a representação do planeta Terra como imaginavam, utilizando apenas lápis de cor e canetinha. Após, discutimos a respeito desse conhecimento prévio e fizemos pesquisa em livros didáticos onde os alunos puderam ver as imagens de nosso planeta.
  • Em outro atendimento, assistiram uma simulação no computador mostrando o planeta Terra visto do espaço, se aproximando até chegar em nossa atmosfera. Os alunos puderam ver os continentes, o mar e chegar até nosso país. Também assistiram o desenho da turma da Mônica “ Um plano para salvar o planeta” e “ O mundo em que vivemos”, onde viram um pouco sobre a preservação do meio ambiente, trabalhando também com a conscientização de nossos alunos.
  • Os alunos demonstraram interesse e curiosidade pelo tema, dessa forma estendemos as atividades para o conhecimento do sistema solar, onde por meio da simulação em computador, puderam conhecer os planetas. Além disso, utilizaram um software educativo com um jogo onde deveriam colocar os planetas na órbita correta e finalizaram com a representação por meio de ilustração.
  • Assim, após adquirirem esse novo conhecimento, partimos para a representação do planeta Terra por meio de pintura a guache, utilizando a técnica da esponja. Os alunos fizeram uma belíssima representação de nosso planeta utilizando as cores azul, amarelo, verde e branco, que embora estejam presentes nas imagens apresentadas, acabaram por relacionar a nossa Bandeira, uma vez que estavam trabalhando com o tema copa do mundo, em sala de aula.
  • Aproveitando o tema, outras atividades de preservação do meio foram apresentadas e pudemos fazer algumas discussões e trabalhar com software para coleta de lixo e produção escrita onde o grupo deveria criar, assim como o desenho da turma da Mônica, um plano para salvar o planeta.
  • A exploração do Globo e experiências para saber quando é dia ou noite, também fizeram parte das atividades.
  • Para finalizar os alunos participaram de uma pequena peça teatral, onde criaram personagens como: caçador, animais e árvores, representando a destruição do meio ambiente.


OBS: Esse é um exemplo de como um tema acabou trazendo novas ideias e dessa forma foi possível trabalhar novos conhecimentos, dentro do contexto da Arte. Essa primeira parte do projeto teve a duração de um semestre e embora tenha sido dado enfase às Artes Visuais, concomitantemente foram desenvolvidas atividades voltadas para expressão corporal, com dança e música.

  • Juntamente com as atividades apresentadas os atendimentos da semana foram organizados onde um dia trabalhamos com leitura (contos, fábulas, parlendas e outros) fazendo discussões e representação dos personagens e no outro dia trabalhamos com momento do relaxamento com música.
  • Também trabalhamos com brincadeiras: toca do coelho, escravos de Jó, Corre cotia, alerta, corda, bambolê, pega-pega, mímica e circuito, para expressão corporal e desenvolvimento motor.


Segundo semestre

Para o segundo semestre foram elaboras atividades para releitura de obras conhecidas para a apresentação na Ação Cultural da escola, mas com a continuação das atividades propostas anteriormente.

Artes visuais: Utilização de várias técnicas de pintura (giz de cera, lápis de cor, pintura a dedo, pincel, esponja, pontilhado, com canudinho, texturas, recorte e colagem etc.), assim como de recursos tecnológicos para produção artística (fotos, livro virtual, utilização do Paint e pesquisa na internet).
Dentre as atividades destacam-se: apreciação e releitura de obras de pintores famosos para produção de mural para ação cultural ( Van Gogh, Tarsila do Amaral, Romero Brito, José Roberto Aguiar, Tinga Tinga, Claudio Tozzi, dentre outros), atividade com auto-retrato e aula livre, onde após conhecer várias técnicas o aluno poderá escolher a que mais lhe chamou atenção.
Dramaturgia/Teatro: Dentre as atividades destacam-se: mímica/expressão gestual e corporal, atividades com poemas, contos e peças teatrais baseadas em questões do cotidiano e em histórias trabalhadas previamente.
Dança/expressão corporal: Dentre as atividades destacam-se: momento do relaxamento, dança com coreografia, exercícios com bola, bambolê, corda, vai-vem, circuito e brincadeiras variadas (amarelinha, corre-cotia, dança das cadeiras, alerta, pega-pega). Aproveitando projetos e datas comemorativas que acontecem na escola: baile de carnaval, festa Junina, dentre outros tipos de apresentações.
Música: Dentre as atividades destacam-se: conhecimento de estilos diferenciados de música, utilizando a música clássica para exercícios de relaxamento e para as atividades de pintura, atividades utilizando músicas relacionadas à faixa etária dos alunos trabalhando com interpretação e compreensão da letra.
Aula passeio para conhecer algumas obras de pintura –  Palácio do Governo e Museu da Cultura Africana.
Aula passeio ao  parque CEMUCAM para atividades direcionadas e livres, voltadas para expressão corporal.

*Parceria como projeto “Mais Educação” – Coordenadora Beatriz Fortunato

Recursos Didáticos e materiais

Obras de autores famosos pesquisadas em livros e internet; programas de computador, como: Power Point e Paint, músicas variadas, cantigas de roda e parlenda; material para circuito (corda, bambolê, cones), instrumentos musicais, fantasias, livros de história, poema e câmera fotográfica.
Materiais diversos, como: sulfite, papel craft, papel espelho colorido, tinta guache, pincel, palito, canudinho, esponja, cola, tesoura, etc.

Avaliação

A avaliação será feita ao longo do projeto, estando relacionada diretamente aos objetivos propostos, onde será verificado o grau de desenvolvimento das habilidades, o interesse e a participação dos alunos, de forma a fazer as alterações e adaptações necessárias.
É importante avaliar se o projeto cumpriu com seu objetivo principal que é desenvolver as habilidades que auxiliarão no processo de aquisição de novos conhecimentos, que poderão ser utilizados não apenas no ambiente escolar, mas também fora dele.

OBS: As atividades serão elaboradas de acordo com a faixa etária, nível de desenvolvimento e necessidades dos alunos, sendo feitas as adaptações necessárias.

Embasamento teórico

Inicialmente o processo foi experimental, baseado em minha vivência a partir da verificação das dificuldades e necessidades dos alunos. Durante dois anos (2012 e 2013) foram feitas algumas experiências com atividades diversificadas e em 2014 lendo livro que recebi em um dos cursos que fiz, percebi que estava no caminho certo e decidi pesquisar alguns projetos para ter a certeza de que minha ideia não era descontextualizada.
Livro: Atendimento Educacional Especializado: Processos de Aprendizagem na Universidade. Organizadora Ana Clúdia Pavão Siliuk, Santa Maria 2013.
Dessa também foram pesquisados alguns sites:

Potencial de Impacto

Esse projeto pode trazer grandes benefícios aos alunos com deficiência, podendo melhorar a capacidade de se relacionarem com colegas e familiares, expressarem suas ideias e sentimentos, desenvolver as habilidades cognitivas e motoras. No entanto, existe um potencial maior, que é trazer a tona questões Culturais, já esquecidas em sala de aula, como conhecer obras arte, músicas variadas (ou até instrumentos musicais), como a música clássica, por exemplo, e adquirir o gosto em ouvi-las, ou pelo menos conhecer algo diferente do que estão acostumados e poder optar pelo que gostam; conhecer peças teatrais, as várias formas de se expressar.
Dessa forma adquirindo novos conhecimentos e abrindo as portas para conhecer melhor o mundo que os cerca.

Resultados imediatos

Os resultados mais significativos foram voltados para a expressão oral e coordenação motora fina.
Atendo três alunos que frequentam o 5º ano do Ensino Fundamental I, onde as professoras comentaram a melhora na participação oral durante as aulas, uma vez que devido ao grande comprometimento, esses alunos não leem e nem escrevem, e por isso não participavam das atividades e discussões. Atualmente, os alunos participam de forma oral e mesmo com dificuldade já conseguem dar respostas dentro do contexto, e narrando pequenos fatos seguindo a sequência de ideias, além da ampliação no repertório.
Observando as atividades de pintura, também foi possível perceber progresso no traçado, onde os alunos já conseguem pintar respeitando o espaço em folha, utilizando cores variadas, pois que é comum verificarmos o uso de uma só cor em pinturas de crianças com DI.

OBS: É importante lembrar que o ritmo de apresendizagem do aluno com deficiência é diferenciado, mais lento, devido a capacidade de internalizar as informações e por isso não podemos criar expectativas acima do que podem realizar.

Perspectivas de continuidade e sustentabilidade do trabalho

Acredito na continuidade do projeto, reestruturando-o de forma a atender os novos alunos que ingressarão no AEE. Acredito que após apresenta-lo á comunidade, com a exposição dos trabalhos na ação Cultural. Mas para que isso ocorra é necessário  maior investimento em materiais e recursos, para quem sabe os alunos fazerem uma exposição de seus trabalhos e até vendê-los, como forma de ajudar a família.

Conclusão

Por meio desse projeto procurei contemplar o desenvolvimento das habilidades essenciais aos alunos com deficiência intelectual (cognitiva, motora, afetiva e social) e ao mesmo tempo inseri-los no mundo da Arte, ampliando seus conhecimentos culturais, tornando-se também multiplicadores e se reconhecendo como seres históricos, com uma história única e ao mesmo tempo vinculadas a outras pessoas. A princípio, o projeto seria realizado apenas no AEE, mas foi tomando maior proporção, e a ideia é que possamos ampliá-lo cada vez mais, resgatando o trabalho com Artes nas escolas, em todas as suas vertentes.
A utilização dos recursos tecnológicos nos dias de hoje é imprescindível, e, por isso, procuramos trabalhar com fotos, softwares educativos, programas como o Paint e produzir um filme com o resumo das atividades desenvolvidas; no entanto, acredito que não podemos deixar de lado o trabalho com o corpo e o movimento, resgatando também as brincadeiras antigas que tanto auxiliaram no desenvolvimento das crianças, até alguns anos atrás. Dificuldades voltadas para orientação espacial, lateralidade, equilíbrio estático e dinâmico, dissociação de movimentos e tantos outros, são percebidos atualmente nas escolas, como consequência da ausência desse tipo de atividade.
Temos uma nova geração, com novas formas de pensar e agir, e precisamos aprender a compreendê-los, mas não podemos deixar de lado o que outrora possibilitou de forma grandiosa o crescimento humano ( A Cultura e a Arte).


Algumas atividades desenvolvidas
















Aula Passeio ao parque CEMUCAM



Aula Passeio ao Palácio dos Bandeirantes







Ação Cultural aberta à comunidade




29 de dez de 2014

Esclarecimento sobre a postagem: Psicopedagogia Clínica X Institucional: qual é a diferença?

Desde a postagem do tema “ Psicopedagogia Clínica X Institucional: qual é a diferença? ”, venho respondendo a algumas dúvidas e questionamentos de profissionais que desejam ingressar na área. Percebo que muitos estão empenhados em se preparar e se capacitar para melhor responder as exigências do mercado; assim como, também é possível perceber o grande número de pessoas que demonstram certo fascínio pela área, já que esta é bem atrativa.
Isso é muito preocupante, pois é preciso tomar cuidado ao escolher uma determinada profissão pelos seus encantos, sem levar em consideração o que de fato ela representa. É normal se sentir atraído por essa ou aquela profissão, mas escolhe-la sem qualquer conhecimento do que se trata, é deixar-se levar por uma ilusão.
Ser Psicopedagogo requer muitas horas de estudo, pesquisa e dedicação, pensando em como auxiliar determinada criança. É preciso conhecer os processos mentais, as fases de desenvolvimento e diferentes dificuldades de aprendizagem.
É imprescindível passar pelo processo de Supervisão, onde um Psicopedagogo experiente dará orientações de como fazer uma anamnese, como utilizar os testes e recursos necessários para um diagnóstico preciso.
Sem essa supervisão, como elaborar as intervenções sem conhecer a forma que a criança aprende, ou seja, mais especificamente, qual sua modalidade de aprendizagem? Como compreender a organização e reorganização das funções cognitivas?
O profissional sem o devido preparo poderá conseguir o resultado inverso ao esperado.
Seja como for, se ainda escolher essa profissão apenas pelos seus encantos, procure esclarecer todas as dúvidas, sem esquecer que nosso objeto de estudo é o ser humano.
Antes de tudo, é preciso seriedade naquilo que fazemos.

Assim finalizamos 2014, desejando a todos FOCO, FORÇA E FÉ, na profissão que escolherem para a vida de vocês, pois nossa profissão é parte de nós, e devemos escolhe-la com muito carinho.

                                  Que venha 2015 com novos projetos!!!!!




2 de abr de 2014

DIA MUNDIAL DA CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO



Hoje foi um dia muito especial!!! Todos da equipe escolar e também alunos vestiram azul em respeito ao DIA MUNDIAL DA CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO. Com certeza foi uma sementinha plantada que dará muitos frutos.
                Agradeço de coração pelo apoio e participação de todos!!!    
  


23 de mar de 2014

Artigo

São muitas as dúvidas de como ensinar alunos com deficiência intelectual e por isso estou disponibilizando meu artigo mais recente.Segue o link abaixo.

 Boa leitura!!!

www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/54521/a-contribuicao-da-neurociencia-no-ensino-dos-alunos-com-deficiencia-intelectual

16 de jan de 2014

Atendimento Educacional Especializado

Para quem quer saber como é o trabalho no AEE


Conheçam um pouco do dia a dia no AEE e saibam como é  importante a parceria com colegas de trabalho e grupo gestor para atingirmos os objetivos propostos; pois sem essa interação e auxílio dessas pessoas maravilhosas a inclusão não seria possível.


video

15 de jan de 2014

25 de ago de 2013

Inclusão

Fala-se mais e mais de inclusão, sem pensar que não se trata de incluir, trata-se sim de conhecer as diversas possibilidades para o desenvolvimento humano e de estar aberta a elas numa relação dialógica genuína (PRESTES, 2012, p.191).

Histórica e culturalmente, estamos habituados que se leia com os olhos, que se fale com a boca, que se escreva com as mãos, que um determinado conceito seja elaborado numa determinada fase. Entretanto, sabemos que tais tarefas podem ser realizadas com ferramentas diferentes destas dispostas para a maioria das pessoas, assim como em tempos diferenciados. Podemos ler com os dedos, falar com as mãos, escrever com os pés e elaborar um conceito em diferentes momentos da vida (BRAUN, 2011, p.98).

8 de jan de 2013

Educação Cognitiva

Quando falamos em educação cognitiva muitos a entendem erroneamente como uma forma mecânica de ensino; onde os alunos aprendem por repetição, memorizando datas e conceitos. Assim, a impressão é de que os recursos de nosso cérebro são usados apenas para reter informações necessárias para determinadas situações (como para ser aprovado) sem, no entanto, ter a compreensão dessas informações, podendo relacioná-las a outras já conhecidas e utilizá-las em contextos diferenciados.
Na verdade a educação cognitiva é exatamente o contrário. Ela está ligada a construção do conhecimento, do pensamento crítico e reflexivo; assunto que vem sendo debatido há alguns anos, na tentativa de melhorar a qualidade de ensino/aprendizagem.
A contribuição de Jean Piaget é inegável, até para aqueles que consideram a Teoria Cognitiva insuficiente para explicar como o desenvolvimento e a aprendizagem acontecem.
Para Fonseca (2007) o ensino das competências cognitivas ou seu enriquecimento não deve continuar a ser ignorado pelo sistema de ensino, onde afirmam que essas competências não podem ser ensinadas ou não precisam ser ensinadas.
Essas duas afirmações não estão corretas, uma vez que as funções cognitivas podem ser melhoradas e treinadas; até porque não surgem automaticamente por maturação ou pelo desenvolvimento neuropsicológico.
Toda criança ou jovem, não importa seu grau de inteligência, deve adquirir as funções cognitivas básicas que possibilitem pensar logicamente, de maneira a perceber que o mundo tem uma forma estruturada e ordenada, aprender a aprender e aplicar sua inteligência em situações inéditas.
Ainda para o autor, a escola e a maioria das instituições sociais envolvidas na formação e qualificação de recursos humanos têm negligenciado as vantagens da educação cognitiva, cuja função não é ensinar conteúdos disciplinares ou matérias de conhecimento, mas desenvolver e maximizar os processos de captação, integração, elaboração e expressão de informação, ou seja, tudo que podemos definir como aprendizagem. De forma harmoniosa visa o desenvolvimento cognitivo e emocional dos indivíduos, proporcionando e fornecendo ferramentas psicológicas que permitam maximizar a capacidade de aprender a aprender, de pensar e  refletir, de aprender a transferir e a generalizar conhecimentos e de aprender a estudar e a comunicar, muito mais do que memorizar e reproduzir informação.

Mas como isso é possível?

Nesta situação o professor deixa de ser alguém que transmite conhecimento e passa a ser um mediador e investigador em ação.
Em sala de aula ele observa seus alunos: como utilizam os recursos cognitivos, como atendem e percebem os dados de um problema, como os processam, analisam, comparam, categorizam, que estratégias criam para elaborar, planificar e antecipar as respostas e como fazem uso de procedimentos de verificação e de controle para experimentarem as respostas ou soluções.
A partir dessas observações o professor terá o perfil cognitivo de seus alunos, conhecendo suas habilidades mais desenvolvidas e as menos desenvolvidas.
Assim, irá elaborar seu plano de aula baseado no desenvolvimento ou aprimoramento dessas habilidades, sempre incentivando a reflexão crítica, sem dar respostas prontas, mas guiando o aluno de forma que este busque as respostas.
É importante salientar que não se trata apenas de mais um método de ensino alternativo e de apoio pedagógico para alunos de baixo rendimento escolar; mas sim de um instrumento educacional que leva em consideração o conhecimento prévio do aluno e tem como pressuposto fundamental o respeito pelo seu perfil cognitivo.
Sabemos que existem disciplinas e conteúdos importantes para a formação do aluno. A intenção não é acabar com isso e deixar que aluno aprenda quando e o que bem entender. Esses conteúdos levam em consideração suas habilidades cognitivas, de forma que possam utilizá-los em situações fora do ambiente escolar. Só assim podemos dizer que de fato o aluno aprendeu.
Infelizmente, em algumas instituições educativas, os conteúdos são apenas transmitidos sem que os alunos compreendam sua importância.
A aprendizagem deve ser significativa e ter um objetivo.
Isso é educação cognitiva.

Fonte: Fonseca, Vitor da. Cognição, neuropsicologia e aprendizagem: abordagrm neuropsicológica e psicopedagógica. Ed.Vozes Ltda, 2007.


7 de jan de 2013

Quais são os DIREITOS da Pessoa com Deficiência Intelectual?

A pessoa com Deficiência Intelectual tem os mesmos direitos que todos os outros cidadãos:
 
1 -Tem direito a frequentar a escola regular e deve receber apoio para superar as suas dificuldades/necessidades.

2 -Tem direito aos serviços de saúde, aos recursos da comunidade e oportunidades de trabalho.

Contudo, existem alguns benefícios que podem ser requeridos pela pessoa com deficiência:

  • Benefícios de Prestação Continuada (BPC-LOAS) – Este é um beneficio assistencial, em que a pessoa com deficiência tem direito ao recebimento de um salário mínimo mensal, de forma continuada, de acordo com os termos da Lei Federal n º 8.742 de 7/12/1993.
  • Gratuidade no sistema de transporte municipal/intermunicipal – Bilhete Único especial – para utilização nos ônibus que circulam na cidade de São Paulo, metro e nos trens da CPTM ( concedido através da Lei Municipal de São Paulo n º 11.250, de 1/10/1992 e em razão do Convenio de Integração Tarifaria, firmado entre o Governo do Estado de São Paulo e a Prefeitura de São Paulo em 14/10/2006).
  • Gratuidade no sistema de transporte intermunicipal – Cartão Bom Especial
  • Gratuidade no sistema de transporte interestadual ( Concedido através da Lei Federal n º 8.899, de 29/6/1994).
  • Suspensão do rodízio de veículos de São Paulo.
  • Isenção de IPI, na aquisição de automóveis, diretamente ou por intermediário de um representante legal.

4 de jan de 2013

Tenho um aluno com Deficiência Intelectual. E agora, o que faço?

Os direitos à criança com NEEs (Necessidades Educacionais Especiais) devem ser respeitados, e um deles é o de frequentar a escola regular, tendo a oportunidade de conviver em grupo, adquirir novos conhecimentos e trocar experiências.

No entanto, embora alguns professores aceitem com naturalidade a diversidade em sala de aula, ter preparo para atender essa demanda é outra história.

Quando falamos em deficiência intelectual (DI) nos referimos a alunos com algumas síndromes (Síndrome de Down, Síndrome do X-Frágil, Síndrome de Prader-Willi, Síndrome de Angelman, Síndrome Williams, Erros Inatos de Metabolismo, como: Fenilcetonúria, Hipotireoidismo congênito etc.), autismo, atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e outros casos que não há um diagnóstico definitivo, mas é possível perceber, no aluno, um rendimento aquém do esperado e não que se trata de dificuldade de aprendizagem.
A partir daí é possível entender que alunos com DI também diferem uns dos outros. Então, deixo claro que não existe receita pronta, mas sim algumas dicas para melhor atender as necessidades de nossos alunos e o primeiro passo é se informar sobre o assunto:

A Deficiência Intelectual, segundo a Associação Americana sobre Deficiência Intelectual do Desenvolvimento AAIDD, caracteriza-se por um funcionamento intelectual inferior à média, associado a limitações adaptativas em pelo menos duas áreas de habilidades (comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho), que ocorrem antes dos 18 anos de idade. No dia a dia, isso significa que a pessoa com Deficiência Intelectual tem dificuldade para aprender, entender e realizar atividades comuns para as outras pessoas. Muitas vezes, se comporta como se tivesse menos idade do que realmente tem; também pode apresentar dificuldades na área motora.

Mustacchi e Perez explicam que a incidência de comprometimento intelectual na população em geral é de 3% a 5%. Esse defeito quase não diminui a viabilidade, mas pode causar alguns prejuízos como o fato de tornar a pessoa dependente de seus familiares e ou de instituições.
O tratamento preponderantemente educacional ainda é difícil e prolongado; tanto a sociedade quanto os profissionais devem estar preparados para a inclusão de qualquer indivíduo, visando a sua progressiva capacitação para o exercício da cidadania; sem deixar de lado a grande importância da prevenção.
Os milhares de deficientes moderadamente ou severamente comprometidos, que tem alta hospitalar ou institucional, devem enfrentar uma integração à vida comunitária e isso constitui um desafio à capacidade da população em lidar com a complexidade desse tipo de problema e de corresponder de forma eficaz e eficiente às suas necessidades educacionais, salutares e profissionais.

Causas do Comprometimento Intelectual

Ainda segundo Mustacchi e Perez , as causas do comprometimento intelectual são muitas e frequentemente difíceis de descobrir. Isso porque a maioria delas age na fase pré ou perinatal e, para fazer um diagnóstico etiológico, os esforços dos especialistas de equipes multidisciplinares devem concentrar-se na coleta de informações pertinentes, seja por anamnese, por exames clínicos e por auxílio de exames laboratoriais subsidiários.
São três os aspectos mais importantes:

a) A história da gravidez e do parto, que pode fornecer indícios de causas ambientais (irradiações ionizantes, drogas, infecções, traumatismos e síndromes hipoxico-isquêmicos perinatais);

b) O heredograma que pode revelar outros afetados na família ou consanguinidade entre os progenitores do probando e pode sugerir, pela distribuição dos afetados, o tipo de herança;

c) A história do desenvolvimento neuropsicomotor desde o nascimento e suas possíveis relações com infecções e traumatismos sofridos pelo paciente. Ante um caso de suspeita de comprometimento intelectual, os passos a seguir são:

1) Determinar se realmente existe comprometimento intelectual. Tratando-se de um paciente que já fala, não é difícil comprovar o comprometimento, através de simples conversa com o paciente e seus responsáveis. Todavia, se o paciente é ainda criança pequena, ou se tem nível educacional e socialização insuficientes, são aconselháveis testes especiais, pois quanto mais cedo for comprovado o comprometimento, mais precocemente pode iniciar-se a educação complementar e a prevenção específica e dirigida;

2) Avaliar o “grau” de distúrbio por meio de Q.I. (quociente intelectual) – que ao nosso ver, propõe definir arbitrariamente um potencial específico de função do sistema nervoso central, determinado por modelo poligênico o qual sofre evidentes interferências ambientais, expressando-se de formas diferentes e pertinentes a situações e a momentos do desenvolvimento; do Q.S. (quociente social) e do Q.D. (quociente de desenvolvimento).

3) Fazer, quando possível, o diagnóstico etiológico. É necessário contar com o trabalho integrado de uma equipe de especialistas que possam realizar, com competência, os exames clínicos, neurológicos, psicológicos, fonoaudiológicos e etc. Os exames auxiliares também podem ser importantes, como por exemplo: Eletrocardiograma, ecodopplercardiografia, diagnóstico por imagem, bioquímico, de laboratório clínico, citogenético e biomolecular entre outros;

4) Realização do aconselhamento genético.

Segundo Reed e Reed (1965), excluindo os afetados por síndrome de Down, que são de diagnóstico seguro, cerca de 42% dos casos de comprometimento intelectual não revelam indícios que permitam decidir se sua origem é genética ou ambiental; a etiologia é claramente genética em 29% dos casos e apenas provavelmente genética em 19%; finalmente, em 10% a causa é provavelmente ambiental. Vê-se por essa estatística que ocorrem cerca de 5 vezes mais casos certa ou provavelmente hereditários (83%) do que supostamente ambientais (17%) entre aqueles que apresentam indicações que permitem um diagnóstico etiológico.

O comprometimento intelectual se dá por várias causas:

1) Causas pré-natais: As que acontecem antes do nascimento;
2) Causas perinatais: As que acontecem durante o parto;
3) Causas pós-natais: As que acontecem após o parto.


Como proceder em sala regular?

Após se inteirar sobre o assunto, o segundo passo, e de grande importância, é conhecer seu aluno; observá-lo, para conhecer suas habilidades, necessidades e dificuldades. Observar como se dá a interação com o grupo, sua comunicação, sua forma de compreender o que lhe é passado, suas habilidades e dificuldades motoras e cognitivas.
Esse processo não é feito em um dia; na verdade conforme forem feitas as observações, as estratégias de ensino serão elaboradas. E aí chegamos ao terceiro passo: elaborar jogos, brincadeiras e atividades respeitando o ritmo e as necessidades do aluno.


Trabalhando em sala regular ou na sala de recursos multifuncionais


É importante ressaltar que o trabalho lúdico com a criança com DI é de extrema importância para seu desenvolvimento.
Atividades apenas em folhas, para aprender a ler e escrever pode prejudicar mais a criança, caso ela não tenha desenvolvido ainda as habilidades necessárias para tal.
Para o professor da Educação Infantil esse não será o problema, mas no Ensino Fundamental onde a exigência é mais conteudista é um pouco mais complicado. O professor poderá inserir em seu plano de aula atividades, jogos e brincadeiras que trabalhem as habilidades cognitivas, motoras, afetivas e sociais dos alunos; auxiliando, dessa forma, não somente aos alunos com DI, mas toda a turma, refletindo em um melhor rendimento.
Assim, seguem algumas sugestões, sempre trabalhando com o corpo e o movimento, que é de grande importância na Educação Infantil e Ensino Fundamental I.

Peteca: Trabalhando com a velocidade de reação e habilidades motoras.

Desenho de como a criança se vê e contorno do próprio corpo (feito pelo professor) em papel craft para que a criança tenha conhecimento de sua imagem e esquema corporal.

Quebra-cabeça: Capacidade de concentração, noção espacial, percepção visual e raciocínio.

Atividade de pintura a guache (utilizando pincel ou pintura a dedo): Dar espaço para a criatividade, desenvolvimento das habilidades manuais e conhecimento das cores.

Pega-varetas : Destreza, atenção e concentração

Jogos de encaixe: Criatividade, imaginação e habilidade motora para o encaixe.

Boliche: Orientação temporal, noção de força e velocidade, percepção espacial e cálculo matemático (relacionando a cor ao número de pontos).

Coelho sai da toca: Atenção, agilidade no raciocínio, habilidades motoras para saltar e correr.

Cabra-cega: Exige da criança equilíbrio, noção de espaço e estimula todos os sentidos. Para compensar a ausência da visão, a criança aguça a audição, olfato e percepção, daí a eficiência cognitiva e motora da brincadeira.

Esconde-esconde: Velocidade, noção de espaço e resistência física. A criança é estimulada a correr, disputar espaço, elaborar estratégia para não ser pega e superar seus limites. É um excelente exercício de resistência física e integração com o grupo.

Ciranda: Além da noção de espaço e equilíbrio, a ciranda revive as cantigas lúdicas que têm papel importante na formação das crianças, na medida em que despertam a imaginação e ajudam na desenvoltura na hora de se comunicar com outras pessoas.

Amarelinha: Equilíbrio, fortalecimento dos músculos das pernas, noção de espaço e trabalho com numerais.

Elefantinho colorido: Atenção, concentração, conhecimento das cores, agilidade no raciocínio e para mover-se.


*A utilização de softwares educativos, durante as aulas de informática, para o desenvolvimento cognitivo, também é interessante; basta saber qual escolher.


Fonte: http://www.apaesp.org.br/SobreADeficienciaIntelectual/Paginas/O-que-e.aspx
Genética Baseada em Evidências Síndromes e Heranças
Dr. Zan Mustacchi & Dr. Sergio Perez